Editorial
Número 3, junho de 2025
Mantemos o interesse pela atualidade. Não porque imputamos a ela um juízo de valor qualquer – o antes melhor que o depois, o depois melhor que o antes –, mas porque ela insiste em nos desafiar. Como escrever sobre um filme cuja emergência faz vacilar todo tipo de circunscrição segura? Por que convencionou-se dizer que a crítica necessita de distância? Em que momento perdemos a coragem de conjecturar, e especular, e possivelmente errar?
As necessidades da viajante,
por Tainah Negreiros


